
O Brasil volta a flertar com o recorde histórico de endividamento das famílias. Hoje, o país já ultrapassa 73 milhões de brasileiros negativados, algo em torno de 44% da população adulta, com contas em atraso.
Não é um número frio. É um retrato social.
É a classe média comprimida, o trabalhador formal atrasando cartão, a conta de luz entrando na fila da renegociação.